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MORAIS BRITO, A MARCA REGISTRADA DO
DELTA DO PARNAÍBA
LAGOA DO PORTINHO PARNAÍBA-PIAUÍ

Lagoa do
Portinho um paraiso ecológico em Parnaíba-Pi
Lagoa do Portinho
Cercada de dunas que se movimentam com a ação dos ventos, a Lagoa do
Portinho é um dos mais belos cenários da natureza turísticas Piauiense.
Suas águas escuras contrastam com as areias brancas, a vegetação e um Olho
Dágua surge para dar vida à lagoa.
Ideal para a pratica de esportes náuticos, como o Jet Ski e o Windsurf, a
Lagoa do Portinho possui em suas margens barzinhos aconchegantes e uma
Colônia de Férias com opções de hospedagem, alimentação, entretenimento e
passeios de barco.

LENDA DA LAGOA DO PORTINHO ( MACYRAJARA )
Macyrajara era uma linda jovem de olhos amendoados e cabelos longos. Seu
pai era o chefe Botocó da tribo dos Tremembés, que habitavam as terras da
margem direita do Igaraçu até o mar.
Macyrajara conheceu Ubitã, jovem guerreiro pertencente a uma tribo inimiga
da sua, que habitava a planície litorânea. Os dois se apaixonaram e
passaram a se encontrar às escondidas.
O pai de Macyrajara tomou conhecimento e, discordando daquele amor, mandou
prendê-la numa oca vigiada por sete guerreiros.
Ubitã, louco de saudades, procurou em oração se aconselhar com o deus
Tupã. E à noite, quando dormia, Tupã lhe disse que Macyrajara estava presa
e que ele não fosse procurá-la porque podia morrer.
O destemido guerreiro, levado pela paixão, não ouviu os conselhos de Tupã.
E, ao anoitecer, saiu à procura de seu grande amor. Ao chegar próximo à
oca, foi atingido no peito por uma flecha inimiga, tendo morte imediata.
Macyrajara, ao tomar conhecimento da tragédia, saiu correndo e desapareceu
na escuridão da noite. Três dias após vagar pelas matas, parou em um
olho-dágua. Naquele momento, começou a chover, ela, então, cheia de dor e
tristeza, começou a chorar. Ali suas lágrimas e a chuva se juntaram à
aquelas águas que corriam.

Tupã, apiedando-se dela, transformou suas lágrimas no rio que separou as
duas tribos.
Hoje, aquele rio chama-se Portinho e separa as terras de Luís Correia das
de Parnaíba.
Mais: http://ecoturismo.br.tripod.com/turismoecolgico/id4.html
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