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Continuação.......

ROTAS FLUVIAIS PARTINDO DE PARNAÍBA PARA:

 

-          ILHA DAS CANÁRIAS: Poções, Santa Cruz, Guirindó.

-          BARRA DAS CANÁRIAS: Poldros, Barreiras, Guariju, Barra do Meio, Caiçara.

-          ILHA DO CAJU: Poções, Santa Cruz, Manguinho, Cardoso, Guará, Barracão, Desgraça, Torquato de Dentro, Bagre Assado, Carrapato, Grande Paulino, Xibica, Melancieira.

-          TUTÓIA: Poções, Santa Cruz, Manguinho, Cardoso, Guará, Barracão, Bagre Assado, Pescadas, Torquato de Dentro, Garças, Igoronhon, Raimundo Torquato, Caeira, Cajazeiras, Coroatá, Pombas/Tutóia, Baía de Tutóia.

 

                Modelado em rochas sedimentares recentes, compreendendo duas feições:

 

-É a Planície flúvio-marinha constituída por cordões arenosos litorâneos, pelo Delta do Parnaíba, formando uma série de ilhas e pela baixada que se estende em direção ao interior, onde aparecem as lagoas, destacando-se Pará-Mirim, Onça, Cafusas e São João.

-Corresponde à área modelada em rochas areno-argilosas sob a formação de tabuleiros, parcialmente recobertos por dunas fixadas que marcam o início da área conhecida como Lençóis Maranhenses.

 

                Os tipos de vegetação existentes no Delta apresentam aspectos diferentes, em grande parte, do resto do Piauí.

                A vegetação do Delta é constituída de: formação litorânea e vegetação litorânea.

                A formação litorânea é constituída de restinga e mangues, localizados ao Norte do Estado, próximo à Costa e no solo pantanoso, na Sub Região do litoral.

                A vegetação litorânea cobre faixa de terra próxima ao litoral. Alcança toda a Zona Costeira. É caracterizada por diversos tipos de vegetação, como: mangue, formações de vegetais de praias arenosas, vegetações de dunas, vegetações de restingas, as palmeiras.

                O mangue é uma vegetação que aparece no litoral, em solos lamacentos. Situa-se nas áreas atingidas pelo mar, até onde a salinidade se faça notar.

                Os manguesais são entremeados de igarapés, formando banhados e igarapés piscosos.

                Durante a maré alta o mangue é alagado; na maré baixa exibe sua vasfina (espécie de lama fina e inconsistente, característica de certos fundos oceânicos) ricas em raízes trançadas dentre as quais destacam-se as respiratórias, os chamados pneumatóforos que surgem como dedos, através dos quais o AR penetra para ter o oxigênio absorvido.

                Duas vezes por dia há fluxos e refluxos enchendo de água marinha o terreno lamacento e desnudando-o em seguida. Desta conexão resultam dois fatores ambientais, que limitam e especializam a vegetação dos mangues: o conteúdo de sal a carência de oxigênio.

                Os principais tipos de mangue são: branco, canoê ou siriuba, vermelho, jiquiri, de bolota, algodão bravo e cipó de leite.

                O mangue aluvial campestre é comum na região denominada Tabuleiros que prestam à irrigação e a criação de gado.

                A grande importância do mangue está no seu papel de fixador de terra, no Piauí ele desempenha uma função de extremo valor.

                Vegetação de praia arenosa – onde crescem gramíneas e árvores de pequeno porte.

                Vegetação de dunas – aparecem as gramíneas e vegetação de pequeno e médio porte.

                Vegetação de restingas – ocupa um área significativa tem porte médio e grande densidade de elementos.

                As palmeiras de grande valor econômico para o Município se desenvolve em terras baixas, inundadas no inverno, como a carnaúba, o dendê, buriti, tucum, babaçu e coqueiro.

 

                A Religião Católica domina o Município de Parnaíba, desde sua fundação.

                Há, entretanto, outras religiões, com muitos seguidores. Destacam-se os Protestantes, os Adventistas, os Batistas e Presbiterianos, os Espíritas, além dos seguidores da Umbanda.

                Em 1945, a Paróquia de Nossa Senhora da Graça tornou-se Diocese, vinculada a Arquidiocese de Teresina.

                O primeiro Bispo de nosso Município foi Dom Felipe Conduru Pacheco.

                Na Sede do Município há as seguintes Paróquias:

                De Nossa Senhora da Graça – na Catedral.

                De São Sebastião – Matriz, Padres Capuchinhos.

                De Nossa Senhora de Fátima – Matriz, Padres Redentoristas.

                Outras Igrejas podem ser citadas: São José, Santo Antônio, Nossa Senhora do Rosário e Capelas espalhadas pela Cidade.

 

                A Bandeira de Parnaíba foi instituída, na administração Dr. Lauro Correia e o desenho é de autoria de Cristino Félix de Melo.

                A Bandeira é formada de três faixas retangulares, sendo duas brancas e uma azul. A estrela de cinco pontas, na cor branca, é destaque no centro da faixa.

                As faixas brancas representam os povoados Testa Branca e Porto das Barcas, núcleos que deram origem a Parnaíba.

                A faixa azul no centro retrata a Vila de São João da Parnaíba e a estrela no centro representa Parnaíba.

                As Armas Municipais, Brazão ou Escudo, foi copiado do Brazão de Simplício Dias da Silva encontrado, em seu túmulo, na Capela do Santíssimo Sacramento, na Catedral de Nossa Senhora da Graça. O Brazão foi escolhido como Escudo, exatamente, porque Simplício Dias da Silva foi um vulto que muito se destacou na história de Parnaíba, em todos os setores.

                No Escudo vemos as figuras das armas nobiliárquicas dos Dias da Silva e dos Seixas.

                No Escudo além do nome Parnaíba constatamos três datas:

 

-          1762 -  criação da Vila de São João da Parnaíba;

-          1844 – elevação a categoria de cidade;

-          1963 – instituição do Brazão.

 

O Selo é um timbre usado para autenticar os documentos Municipais, expedidos pelo Governo Municipal.

O Hino foi criado na administração de Dr. Lauro Correia, em 07 de Setembro de 1963.

A letra é de autoria de R. Petit e a musica do compositor Ademar Gonçalves Neves.

   

O folclore de Parnaíba, como de todo Estado do Piauí, manifesta-se nos folguedos, nas danças, festas, nas cantigas, nas brincadeiras, no artesanato e na literatura de cordel.

                E, foi justamente, na época da colonização brasileira que essas diferentes manifestações folclóricas tiveram suas raízes, com a mistura das raças branca, negra e indígena que muito contribuíram para a formação da cultura do Nordeste e particularmente, do nosso Município.

 

CONTRIBUIÇÃO DOS BRANCOS – PORTUGUESES

                Dos Portugueses destacamos:

 

-          A religião tradicionalmente Católica

-          O idioma, a língua que falamos.

-          Os tipos de construção, casas geralmente com varanda, sobrados com sacadas e beirais.

-          O artesanato de rendas, bordados, crivos, etc.

-          A alimentação.

-          As tradicionais festas juninas, os festejos de Natal e Ano Novo, as procissões.

-          O carnaval, que é sem dúvida a festa de maior expressão popular e com características próprias.

 

CONTRIBUIÇÃO NEGRA – AFRICANOS

                A contribuição negra foi muito significativa na formação da cultura do Nordeste, destacando-se na alimentação, no canto, na música, na dança, na linguagem, e nas crenças e rituais religiosos, modos de vestir e alguns hábitos.

 

-          Alimentação: pratos típicos e saborosos como o vatapá, cuscuz, pé-de-moleque, cocada, canjica, paçoca e outros.

-          Danças: macolelê, capoeira, samba, maracatu, batucada.

-          Rituais: cantados e dançados; candomblés onde se invocam os Orixás.

-          Instrumentos musicais: atabaque, berimbau, cuíca, agogô e outros.

-          Linguagem: algumas palavras usadas em nosso vocabulário: mandinga, batuque, quitanda, moleque, berimbau, capanga, mocambo, quitute, tanga, canjica, banguela, caçamba, cachaça, paçoca, e outros.

-          Adornos: colares, turbantes, balangandãs.

-          Vestuário: saias rodadas e amplas.

 

CONTRIBUIÇÃO INDÍGENA – NATIVOS

 

                No século XVII a cultura indígena começou a se misturar com a do branco e do negro, justamente, quando o índio se adaptou ao trabalho da pecuária e , hoje, muitos hábitos e costumes indígenas continuam vivos entre nós, como: o uso da rede.a pesca feita com redes e o uso de canoas e jangadas.

 

 

                “ Manoel, conhecido com a antonomásia de LADINO, segundo dizem, nascera num grêmio católico e fora educado por missionários da Companhia de Jesus. No entanto, Mandu-Ladino escapou à “ domesticação “ e foge da Capitania de Pernambuco.

                Mandu-Ladino, por volta de 1712 (?) consegue um feito sem igual: o levantamento geral dos índios do Norte, unindo até mesmo grupos inimigos entre si. Passa a ser a taba de todas as tabas, encabeçando lutas constantes contra os invasores; dá início a uma luta contra os habitantes da margem direita do Parnaíba, que como os demais “ civilizados “ já tomavam o espaço sertanejo paulatinamente, a despeito dos que aqui já estavam.

                Em 1716, parte do Maranhão uma expedição chefiada por Francisco Cavalcante de Albuquerque com o propósito de desgraçar Mandu-Ladino e toda resistência. No entanto, mesmo unido ao mestre de campo da Capitania do Piauí, Bernardo de Carvalho Aguiar, não conseguem a eliminação de Mandu-Ladino que habilmente lhes escapa aos golpes. Frustado em seu principal propósito, desfere na nação Arani todo o ódio, arrasando-a

                Não aniquilaram Mandu-Ladino, que morreu, mas não teve como era de costume, seu corpo esquartejado e sua cabeça pendurada numa estaca para ser vista por todos.

                Segundo alguns compiladores desses e de outros fatos históricos do Piauí Mandu-Ladino morrera afogado nas águas do Parnaíba, no rio que é de se crer, ele conhecia a fundo, a nado.

                O fato é que mesmo depois de declarada a sua morte, os embates continuaram por muitos anos, até o extermínio total dos habitantes originais do Piauí, as nações indígenas.

                Mandu-Ladino não desfila na galeria dos heróis piauienses, pois não serve aos propósitos do Estado, que assenta seu sentimento de patriotismo na aventura de dois bandeirantes”.

   

 

                                                                

AS FESTAS

 

- Festas Religiosas e Tradicionais:

 

                . Ano Novo, 1o de Janeiro;

                . São Sebastião, 20 de Janeiro;

                . Festas Juninas: Santo Antônio, 13 de Junho, São João, 24 de Junho e São

Pedro, 29 de Junho;

                . Festa da Padroeira Nossa Senhora da Graça, 8 de Setembro;

                . São Francisco, 4 de Outubro;

                . Dia dos Mortos, 2 de Novembro;

                . Procissão de Corpus Cristi (data móvel).

 

- Festas Cívicas:

 

                . Dia da Parnaíba, 14 de Agosto;

                . Dia da Pátria, 7 de Setembro;

                . Dia do Piauí, 19 de Outubro.

 

PRATOS TÍPICOS

 

 

Em Parnaíba os pratos típicos são variados e saborosos

 

-          PEIXE: Peixada à Brasileira; sopa com cabeça de peixe; peixe ao molho de camarão; peixe frito; etc.

-          CARANGUEJO: Caranguejo ensopado; patinhas à milanesa; casquinha de caranguejo; peito de caranguejo com arroz e leite de côco; caranguejo cozido e quebrado; torta de caranguejo; etc.

-          CAMARÃO: Camarão ensopado; camarão no alho e óleo; vatapá; camarão empanado.

-          OSTRA: ostra ensopada; ostra natural com limão e sal, aberta na hora.

-          ARROZ: Maria Isabel (arroz com carne de sol); baião de dois (arroz com feijão); arroz com galinha; arroz doce.

-          CAPOTE: ao molho; assado; frito.

-          CARNES: Paçoca no pilão (carne de sol); mão de vaca; panelada; rabada; cozidão; buchada; sarapatel.

-          DOCES: Batata com leite; batata com abacaxi; de leite; caju com castanha; de laranja; batata com côco; batata com maracujá; banana com castanha de caju; de limão; de goiaba; cocadas; balas de côco; café; ovos; alfinim; buriti; rapadura; batida.

-          BOLOS: Petas (de goma); suspiros; de milho; cuscuz; de puba; roscas (variadas); bolo doce; pamonha; tapioca; bolo frito.

-          BEBIDAS: Batida (com frutas regionais); cachaça; sucos de frutas regionais; caldo de cana; licores de frutas regionais; cachaça na água de côco; cajuína.

 

 

 

PATRIMÔNIOS HISTÓRICOS E CULTURAL NA CIDADE DE PARNAÍBA

 

                A “Indústria sem chaminés”, o turismo, apresenta intenso movimento, em Parnaíba, consideravelmente, no período de férias.

                Milhares de brasileiros e estrangeiros são atraídos anualmente a Parnaíba, fascinados pela beleza de suas praias, o Delta do Parnaíba, pelo variado artesanato, pela riqueza das tradições e festas folclóricas, pelo seus Monumentos, pratos típicos, sobretudo, pela acolhida carinhosa do seu povo.

                As atrações históricas da cidade de Parnaíba contam o seu nascimento, seus primeiros passos, elementos que influenciaram no seu destino, pessoas que ajudaram-na a crescer e locais e fatos que marcaram seus dias.

                São os Monumentos, praças, casas, Igrejas, prédios, enfim tudo aquilo que tem um pouco de história para contar.

                Estes fizeram parte de grande importância histórica para a cidade de Parnaíba e para o Estado do Piauí.

                Entre as atrações históricas, destacamos:

 

-          Casa Grande de Parnaíba: Palacete residencial dos Dias da Silva, situada à rua Monsenhor Joaquim Lopes, esquina com Avenida Presidente Vargas. Ali reuniões políticas e sociais foram realizadas. É uma construção bisecular, remonta ao século XVIII, no ano de 1777. Ainda conserva sua arquitetura. É marcante a influência da arte Portuguesa. Destacamos neste Sobrado um “nicho”, isto é, uma concavidade aberta, feita de pedra “Lioz” com arabescos. Os atos religiosos eram realizados na Matriz de Nossa Senhora da Graça, ligada à Casa Grande por galerias internas.

-          Sobrado Colonial Rústico: Situado às margens do rio Igaraçu, sobre um cais de pedra. pertenceu a Manoel Antônio da Silva Henriques, após sua morte, ficou para José Francisco de Miranda Osório; de 1827 a 1867, serviu de Quartel ao Destacamento da Polícia, hoje faz parte do Espaço Cultural Porto das Barcas.

-          O Velho Sobradão: Situado à Avenida Presidente Vargas, lateral com a ponte Simplício Dias , data do final do século XVIII, apresenta uma construção sólida, fachada de azulejo azul, de janelas com sacadas de ferro. Foi residência de Raimundo Madeira Brandão, casado com a primeira poetisa Piauiense, D. Luíza Amélia Queiroz Brandão que deixou uma poesia onde externou o desejo de ser sepultada à sombra de um Gameleiro, árvore leitosa de nossa florestas. Apesar de não ser atendido o seu desejo, sobre o seu túmulo, no Cemitério da Igualdade, nasceu um frondoso Gameleiro que permanece até hoje. Este Sobrado, também, já serviu de Prefeitura Municipal e foi o Clube do Trabalhador.

-          Sobrado de D. Auta: um dos mais antigos da cidade. Localizado na rua Duque de Caxias com São Vicente de Paula, conserva ainda o típico aspecto colonial, data do século XVIII. A fachada apresenta beiral e seis janelas com sacada de ferro. Foi casa residencial, Capitania dos Portos; e em 1918 serviu de Sede do Banco do Brasil, 1a Casa Creditória da cidade. Ali funcionou também o Grupo Escolar Miranda Osório.

  O Sobrado de Dona Auta encerra uma lenda e várias versões. Pertenceu a uma Dama da sociedade, que viveu um grande sonho de amor. Amou perdidamente um imigrante europeu e, com sua partida, viu o seu sonho frustrado. Sabe-se que ela era linda e elegante e que a partir dessa desilusão não mais saiu de casa, ficando reclusa a uma pequena saleta que mandara construir no alto do prédio para que pudesse admirar o panorama da cidade.

                Em outra versão admite-se ser D. Auta uma ex-escrava do Capitão Francisco José Castelo Branco, linda mulata que se enamorou de um imigrante europeu e dele recebeu atenções e este lendário sobrado.

                Ainda presume-se, segundo pesquisas, que D. Auta foi a primeira esposa de Francisco José Castelo Branco, dono do velho sobrado.

-          Outro destaque é o Casarão do comerciante inglês Paulo Single Hirst, construção do século XIX, em 1844, onde funcionou a Casa Inglesa; atualmente é dividida em partes comercial e residencial.

-          Espaço Cultural Porto das Barcas: Situado próximo à ponte Simplício Dias, é um conjunto de antigos armazéns, construção de pedra bruta e argamassa de cal, ostras e óleo de baleia. É um marco vivo da fase econômica áurea de Parnaíba. O Espaço Cultural Porto das Barcas, hoje todo restaurado, abriga casas comerciais, lojas de artesanato, restaurante, pizzaria, sorveteria, auditório, teatro ao ar livre, mini museu, pousada, agência de turismo, escritório da PIEMTUR e a Sede da Associação Comercial de Parnaíba. É aberto a visitação pública diariamente.

-          Catedral de Nossa Senhora da Graça: Monumento histórico, com características arquitetônicas no estilo barroco, arcos plenos; duas portas com pedra nobre de Cantaria (Porta principal que ostenta uma rosa de estrela); Arco da Capela do Santíssimo Sacramento com pedra “Lioz”; a pintura do forro não é original; pia batismal de Cantaria; lavado da Sacristia; Altar de Nossa Senhora da Graça foi construído em Parnaíba por João Paulo  Loyne; imagem barroca portuguesa, com pedestal “Rococó”, pintura original; Imagem de São João com o carneirinho e Imagem de Bom Jesus dos Passos pertencentes à família Silva e Miranda Osório. Na Capela do Santíssimo Sacramento encontram-se os restos mortais da família Dias da Silva.

-          Igreja do Rosário: Situada também na Praça da Graça, construção simples mas de grande valor histórico, pois, foi trabalho escravo dedicado a Nossa Senhora do Rosário dos Homens Negros. Construída exclusivamente para que os negros não assistissem as cerimônias religiosas em companhias dos brancos.

-          Igreja de São Sebastião: Idealizada e construída pelo Reverendo Monsenhor Roberto Lopes; Padroeiro São Sebastião, com destaque para as festas em janeiro (dia 20), festa do Padroeiro; 04 de Outubro, a de São Francisco de Assis e em todo mês de maio em homenagem a Maria. A Igreja é dirigida pelos padres Capuchinhos.

-          Igreja de Nossa Senhora de Fátima: No cruzamento das Avenidas Álvaro Mendes e Coronel Lucas, é uma realização do Padre Raimundo Vieira; hoje entregues aos padres Redentoristas.

-          Praça da Graça: Fica no centro da cidade, foi durante muitos anos o principal local de lazer da cidade. Está rodeada pelas Igrejas de Nossa Senhora da Graça e do Rosário, abriga Monumentos, o quilômetro zero e, é o centro financeiro da cidade.

-          Praça Santo Antônio: Toda arborizada é um logradouro público de grande destaque conta com um jardim bem cuidado, área de lazer, destacando-se o Monumento do Centenário da Cidade (1844-1944); o Parque Infantil José  Alexandre, o Centro Cívico e a Igreja de Santo Antônio que lhe deu o nome.

-          Cajueiro de Humberto de Campos: Situado à rua Coronel José Narciso, no jardim que leva seu nome. Foi o cajueiro plantado por ele quando criança e, ali, continua frondoso e verdejante. No centro do jardim temos a Herma de Humberto de Campos, homenagem de Parnaíba ao grande escritor maranhense.

-          Monumento da Independência: Fica em frente à Catedral de Nossa Senhora da Graça, em cujo os independentes, fizeram o pronunciamento da Independência, em 19 de outubro de 1822, o Dia do Piauí.

-          Monumento do Sesquicentenário da Independência do Piauí: Localizado na Avenida Capitão Claro, marco dos 150 anos da Independência do Piauí; ali três prismas retratam os três centros políticos e populacionais do Piauí que se empenharam pela Independência, Oeiras, Campo Maior e Parnaíba e três vultos da História são destacados: Simplício Dias, João Cândido e Miranda Osório.

-          Monumento do Sesquicentenário da Independência do Brasil:  Localizado na Avenida São Sebastião, marco dos 150 anos da Independência do Brasil. Inaugurado quando da passagem do então Presidente General Ernesto Geisel, por Parnaíba.

-          A Águia do Porto: Monumento situado originalmente no final da Avenida Presidente Vargas, homenagem dos operários parnaibanos ao prefeito daquela época, Ademar Neves, o reformulador da cidade. Hoje, este Monumento está situado no cruzamento das Avenidas São Sebastião e Chagas Rodrigues.

-          Maria Fumaça: Locomotiva que percorreu o solo piauiense, com percurso do Portinho ao Cacimbão, inauguração em Outubro de 1916. Está localizada na Praça Mirócles Véras paralelo à Avenida Chagas Rodrigues.

-          Marco Quilômetro Zero: Situado na Praça da Graça, indica o marco quilômetro zero das rodovias municipais e a numeração das casas. Não é considerado um monumento.

-          Centro Cívico Prefeito Lauro Correia: Conjunto arquitetônico original. Destina-se às comemorações cívicas da cidade; foi projetado pelo engenheiro Régis Atayde Coutinho e idealizado e construído na administração do Prefeito Lauro Correia. A parte principal é o Panteon, onde encontramos as Pirâmides, o Prisma e a Pira, cada um com um significado especial. As Pirâmides representam a História de Parnaíba; o Prisma, retangular, cuja altura mede 10 metros sobre o nível do calçamento, representa o futuro de nossa cidade e, desperta em nossos corações o Civismo, a lembrança das datas que fazem nossa história. Em frente ao Monumento ficam três mastros para o hasteamento das Bandeiras do Brasil, Piauí e Parnaíba, nas solenidades Cívicas. Em comemoração aos 150 anos de Parnaíba, o Centro Cívico foi todo restaurado e aumentaram a parte superior do Prisma, onde foi lembrada a Vila de São João da Parnaíba e a estrela simbolizando nossa cidade.

   

-          Simplício Dias da Silva: Filho de Domingos Dias da Silva, nasceu na Vila de São João da Parnaíba, foi educado na Europa e dedicou-se à vida política e social da Vila, foi considerado o maior vulto da história de Parnaíba, notabilizou-se pelos relevantes serviços que prestou a Parnaíba e ao Piauí. Tem rua, ponte e estabelecimento escolar com seu nome.

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